terça-feira, 7 de junho de 2011

ALZHEIMER


Exercício físico reduz em quase 34% o risco da manifestação da doença

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS): a previsão é que em 2040 o número de portadores da doença de Alzheimer pode chegar a 81 milhões.

O que é Alzheimer?

Doença neurológica degenerativa que apresenta sinas de perda de memória, alterações comportamentais e incapacidade para realizar atividades diárias, descoberta por Alois Alzheimer em 1901.

Como identificar um portador de Alzheimer?

O diagnóstico ainda é difícil pelo fato de ser confundida com outras doenças e por ser encarada como um processo natural do envelhecimento.

Identificando sinais que indicam a probabilidade da doença:

No estágio inicial, o paciente começa a apresentar dificuldades de tomar decisões, desorientação de tempo e espaço, perda da memória recente, desinteresse por atividades que antes eram prazerosas; nos estágios mais avançados, confusão mental, agitação, incontinência urinária...

Como prevenir?

Pesquisas recentes feita pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, apontam que a atividade física reduz em 34% o risco de manifestação da doença. Uma das causas dos benefícios do exercício físico é estimular o sistema vascular liberando substâncias químicas no cérebro, embora não existam estudos sobre como ocorrem esses estímulos, inúmeras pesquisas comprovam os benefícios dos exercícios físicos como prevenção da doença.


Portanto, para se ter um desenvolvimento saudável na velhice é imprescindível uma boa alimentação, exercícios físicos e evitar o uso excessivo de medicação, principalmente a auto-medicação, apontados por alguns cientistas, como uma das causas, do desenvolvimento da doença de Alzheimer.

ENTORSE DE TORNOZELO



Em busca de uma melhor qualidade de vida é cada vez mais comum individuos sedentários iniciarem um programa de atividade física sem qualquer orientação de um profissional especializado. Esta procura vem acompanhada, muitas vezes, de um treinamento inadequado, sem adaptações orgânicas necessárias para o sucesso da mesma. Como consequencia notamos um grande índice de lesões relacionadas ao esporte, como a corrida por exemplo. Dentre elas destaca-se as lesões musculares e articulares, como distensões e entorses.

Estudos e esforços vem sendo realizados para diminuir este grande índice de lesões, e o fisioterapeuta, como profissional da área de saúde aparece não apenas na reabilitação e tratamento das injúrias, mas também na prevenção, para que menos lesões venham a aparecer e prejudicar a qualidade e desempenho dos praticantes.

O entorse de tornozelo é uma lesão considerada comum no meio desportivo, porém evitável. É definido como sendo uma lesão ligamentar, onde no momento do impacto, ao girar o pé rapidamente para dentro (por inversão) ou para fora (por eversão) os ligamentos não conseguem se contrair com rapidez para amortecer o impacto, causando a lesão. O entorse por inversão é disparado o mais comum, sendo que acomete 3 ligamentos laterais: talofibular anterior, calcaneofibular e talofibular posterior. O entorse por eversão é menos comum e acomete o ligamento deltóide.

Dependendo da intensidade do trauma pode ter 3 diferentes classificações:

- Grau I: há algum estiramento e talvez ruptura das fibras ligamentares do tornozelo, com pouca ou nenhuma instabilidade, leve dor e pouco edema;

- Grau II: algumas fibras ligamentares são rompidas parcialmente, com dor, edema e rigidez articular;

- Grau III: ocorre a ruptura total do ligamento, com instabilidade articular, dor severa, com grande edema tornando a articulação muito rígida.

Durante a fase inicial de tratamento alguns objetivos são muito claros: contolar o edema (com auxilio da crioterapia-gelo), compressão com uma bandagem elastica, elevação dos membros inferiores nas primeiras 48 horas e repouso para diminuir o processo inflamatório.

Na continuação do tratamento inicia-se o trabalho individual com o fisioterapeuta, onde será destacada a realização dos exercícios isométricos de planti e dorsi-flexão do tornozelo, inversão e eversão do pé e a proproicepção.

De acordo com a progressão do organismo em resposta a lesão, os exercícios irão do mais simples ao mais complexo. Vale a pena lembrar que um trabalho de reabilitação incorreto ou parcial resultará diretamente em reincidencia da lesão. Consequentemente se o retorno à pratica esportiva for bem orientado e tolerado, sem estressar o ligamento lesionado, seu retorno será com certeza bem sucedido.

Por isso, se realizar um entorse de tornozelo quando estiver correndo ou de outra maneira qualquer, respeite seu limite e inicie precocemente um trabalho de reabilitação com seu fisioterapeuta!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

MALEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA SEM ORIENTAÇÃO


O indivíduo que treina e faz exercícios físicos sem a orientação de um profissional competente, está sujeito a enfrentar situações difíceis, colocando a sua saúde em risco. Nós profissionais de Educação Física também somos da área de saúde. Desta forma, capacitados a darmos prescrições e orientações de fundamental importância.

O professor, o orientador, o personal, o técnico, tem condições de mensurar o grau, a quantidade, a forma do exercício, do treinamento.
A principal conseqüência de uma atividade física sem orientação é o surgimento de sintomas relacionados ao overtraining (ovt).

O principal sintoma é a redução de desempenho, seguido de alterações como insônia, cansaço, dores musculares, irritação, ansiedade, agressividade, cefaléia, problemas articulares, aumento da pressão arterial, batimentos cardíacos alterados.

Segundo o Dicionário Oxford de Ciência Medicina do Esporte, "overtraining" é uma síndrome complexa, uma combinação de sinais e sintomas, que provocam fadiga mental, deterioração do desempenho.

Um planejamento inadequado de treinamento conduzirá a síndrome do overtraining.
Portanto o indivíduo somente terá malefícios seguindo um treino ou atividade física sem a orientação de um profissional gabaritado.

MEXA-SE!


A inatividade física é uma das principais causas de doenças da civilização. Atrofia tecidos, diminui a força e a elasticidade muscular, aumenta o tecido adiposo (gordura), reduz a função cardíaca e a respiratória, deixando a pessoa mais suscetível à fadiga.

Todo mundo sai perdendo, ou melhor, todos os órgãos.

No aparelho locomotor, ocorrem processos degenerativos – como a artrose – que atingem cartilagens e articulações. Após os 20 anos, as pessoas que não exercitam a musculatura perdem, a cada dois anos, cerca de 500g de massa muscular, isso representa perda de força e músculo fraco é sinônimo de incapacidade. Imagine como vai ser quando ainda tiver “energia” para as rotinas diárias, mas o corpo não agüentar erguer um balde de água, ou tirar o pneu do porta-malas ou carregar seus netos no colo?

Quanto aos ossos, depois dos 20 anos, a massa óssea diminui. Sem exercícios físicos, a perda pode atingir o ritmo de 0,5% ao ano. Uma das principais conseqüências e a osteoporose (desmineralização óssea).

A capacidade dos pulmões também fica reduzida. Na faixa dos 30 anos aos 40 anos. A perda é de 10%. Assim, a pessoa fica mais suscetível a pneumonia.

O coração também perde; sua capacidade de bombeamento cai 6%. E como é ele que manda o sangue oxigenado para os outros órgãos todos eles acabam prejudicados. Até o cérebro, o “intelectual” do corpo, não agüenta toda essa “improdutividade” e pede aposentadoria. A pele também se ressente: a inatividade dá uma “freada” na produção de elastina e colágeno, estas fibra tão essenciais que dão elasticidade e brilho à pele. Sem falar na parte psicológica. Também pudera! Com tudo desabando, não há auto-estima que resista. E se a auto-estima é baixa, o desempenho sexual muda. Para pior, claro.

O sistema imunológico também fica menos eficiente, levando muito mais tempo para se recuperar de qualquer mal-estar ou doença.

Portanto, MEXA-SE, e viva melhor!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

EUA APRESENTAM NOVAS MEDIDAS PARA REDUZIR A OBESIDADE


Os Estados Unidos querem diminuir a obesidade, que atinge mais de um terço dos adultos do país, e para isso o NIH (Instituto Nacional de Saúda, na sigla em inglês) apresentou, nesta quinta-feira, um novo plano estratégico de pesquisa da obesidade.

O plano será focado na pesquisa, melhora da saúde pública e divulgação, tanto à comunidade médica como aos cidadãos, da necessidade de uma vida mais saudável.

A obesidade, que afeta 17% das crianças, aumenta a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2 ou de sofrer doenças do coração, do fígado, pressão arterial e alguns tipos de câncer.

Em 2008, as despesas médicas relacionadas com a obesidade foram de US$ 147 bilhões, segundo o NIH, que para combater a epidemia de obesidade está impulsionando diversas pesquisas científicas centradas neste problema.

O NIH destinará US$ 824 milhões para pesquisas relacionadas com a redução da obesidade e suas consequências, e US$ 147 milhões adicionais por meio da Lei de Recuperação econômica.

"Comer menos e fazer mais exercício é mais fácil de falar do que fazer", reconheceu o grupo de trabalho do NIH destinado a investigar a obesidade, por isso o objetivo é realizar exames clínicos para apresentar soluções práticas.

Os campos de pesquisa propostos pelo NIH incluem os processos que regulam o peso corporal; a compreensão dos fatores que contribuem para a obesidade e suas consequências; e desenvolvimento de testes de novos enfoques para atingir e manter um peso saudável.

Também inclui a avaliação das estratégias para prevenir e tratar a obesidade de uma maneira real e a análise dos diferentes grupos de população; além do uso da tecnologia para avançar na pesquisa da obesidade e melhorar a prestação de assistência médica.

"Muitas causas e fatores contribuem para a obesidade", indicou o diretor do NIH, Francis Collins, que considerou que este projeto é um plano inovador "para examinar a epidemia da obesidade de diversas perspectivas".

"Os pesquisadores poderão trabalhar em conjunto para alcançar os objetivos de prevenir e tratar a obesidade, para ajudar as pessoas a levarem a vida de forma mais saudável e satisfatória", enfatizou.

RESULTADO IMEDIATO


O dia a dia na academia me faz refletir sobre uma questão extremamente importante,

que é a teimosia dos alunos em insistir no exagero para alcançar seus resultados.

Os alunos além de serem demasiadamente imediatistas, não entendem que só exercícios físicos não são suficientes para gerar uma modificação na composição corporal.

É necessário esclarecer que, 50% do sucesso do emagrecimento se dá em função do controle da ingesta calórica.

Mesmo o aluno que passa o dia inteiro na academia, se tiver uma ingesta calórica maior do que o gasto continuará engordando.

Portanto, sem uma reeducação alimentar, para que seja gerado um déficit calórico
e a gordura acumulada no corpo seja utilizada pelo organismo como fonte energética,
a tentativa de emagrecimento não terá sucesso.

Um outro ponto importante que influi no emagrecimento é o sono de qualidade.
Pesquisas comprovam que se o indivíduo não tem um sono adequado, a “queima” de gordura corporal é dificultada.

Sendo assim, o segredo não é malhar mais, e sim controlar a alimentação,
associado a pratica de exercícios físicos regulares (sem exageros) e sono adequado.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O QUE NÃO FAZER AO COMEÇAR A MALHAR


Estudos mostram que o simples fato de uma pessoa começar a praticar atividade física já resulta em modificações, para melhor, nos hábitos alimentares.

Porém, muita gente adota comportamentos inadequados na busca obsessiva pela boa forma. Para quem está disposto malhar e ganhar saúde, elaboramos as seguintes dicas.


NÃO FAÇA:

Uso de suplementos nutricionais de forma indiscriminada: A alimentação inadequada e o uso indiscriminado de suplementos, além de não melhorar o desempenho, podem engordar e trazer riscos à saúde. Apesar do apelo de light, os suplementos contém carboidratos e proteínas, cujo excesso pode se transformar em gordura.

Inclusão de alimentos light que muitas vezes são mais calóricos: Muitas pessoas passam a substituir seus alimentos de rotina por “alimentos saudáveis”, como pão integral, queijo branco, peito de peru, frutas e barras de cereais. Mesmo sendo considerados saudáveis podem levar ao ganho de peso se não forem consumidos de maneira correta. Produtos diet e light também possuem calorias e engordam.

Comer salada e grelhado no almoço: O horário do almoço acontece em um momento de grande demanda energética. Enganar o corpo ingerindo apenas saladas e restringir nutrientes importantes para esse período, como carboidratos e proteínas, pode descompensar o corpo, o qual pode “pedir” um chocolate mais tarde, ou desencadear uma crise posterior de compulsão alimentar. O almoço deve ser leve, com pouca gordura, saladas, mas deve conter também carboidratos (como arroz, feijão, batata, massa).

Usar o horário do almoço para treinar e não comer nada: Muitos usam o horário do almoço para treinar e omitem essa refeição em um momento importante do dia (de grande gasto energético, que aumenta ainda mais somando-se as calorias gastas no treino). Isso pode levar a uma recuperação lenta, e o metabolismo fica mais lento na tentativa de economizar energia. Resultado: compulsão alimentar e maior facilidade para engordar.

Não comer após o treino: Nosso corpo precisa de energia para a atividade física e a ingestão de carboidratos e proteínas após o treino é fundamental para a recuperação muscular. Muitas pessoas optam por não comer, na tentativa de “continuar gastando gordura”, mas a má recuperação muscular pode comprometer o resultado do treino e gerar aumento indiscriminado da fome em momentos mais tardios do dia.